Moda íntima no atacado: onde a lingerie é feita, onde o atacado está e quem é capital por lei
Nos polos de fábrica de lingerie, como Juruaia, Ilhota e Guaporé, o cadastro da Receita registra de zero a 16 atacadistas de roupa, e Nova Friburgo é a exceção. Os maiores grupos de atacadistas ligados a roupa íntima estão em Goiânia e em São Paulo. Este guia cruza os dois mapas, separa o título de capital que é lei do que é projeto e mostra de onde vêm o sutiã e a calcinha importados.
Neste artigo
- Polos de fábrica: o que o cadastro conta em cada cidade
- Centros atacadistas: Goiânia e o Brás na frente do registro
- Fortaleza e as outras capitais que a busca pede
- Cartão CNPJ: a lingerie mora na 1411-8/01, sem o nome
- Capital da moda íntima: o que é lei, o que é projeto e o que é só frase
- Sutiã e calcinha importados: a China domina, e a entrada cresce
- Renda, forro, bojo e tamanho: a etiqueta da lingerie
- Perguntas frequentes
Na moda íntima no atacado, a busca mistura duas respostas, a cidade que fabrica e o centro atacadista, e o cadastro da Receita separa as duas. Este guia começa por ele e segue para os títulos de capital, a importação e a etiqueta da lingerie.
O recorte é a lingerie: calcinha, sutiã, conjunto e body. Cueca, pijama, meias, moda praia e plus size têm guias próprios, como os polos de Nova Friburgo, Juruaia e Ilhota, dos quais entra aqui só o que ajuda a escolher. Não citamos fábrica, loja nem marca.
Cadastro, lei e estatística são réguas diferentes, que este guia não soma; os percentuais são conta nossa, e o que nenhuma fonte responde vira lacuna declarada. Leitura das fontes: 30 de setembro de 2026, pelo método da casa.
A moda íntima se compra em dois tipos de lugar. Um são os polos de fábrica: Nova Friburgo (RJ), única com título nacional de moda íntima em lei, nas bases consultadas; Juruaia (MG), Ilhota (SC) e Taquaral de Goiás (GO), com títulos estaduais; e, sem título em lei localizado, Itaguari (GO), Guaporé (RS) e Frecheirinha (CE). Fora Nova Friburgo, eles têm de zero a 16 atacadistas de vestuário ativos: o cadastro mostra ali confecção. O outro são os centros atacadistas: dos 718 atacadistas de vestuário do país que declaram roupa íntima na atividade ou no nome (Receita, 12/09/2026), 136 estão em Goiânia, a maioria no Setor Norte Ferroviário, e 130 em São Paulo, 41 no Brás. Em 2025, 97% dos sutiãs importados vieram da China.
Polos de fábrica: o que o cadastro conta em cada cidade
Nos polos de fábrica, os Dados Abertos do CNPJ da Receita (base de 12/09/2026) mostram sobretudo confecção. A tabela conta os estabelecimentos ativos com a confecção de roupas íntimas (1411-8/01) como atividade principal, os que declaram também o atacado e os atacadistas de vestuário da cidade.
| Cidade | Situação oficial | Confecções de roupa íntima | Delas, declaram atacado | Atacadistas de vestuário (ligados a roupa íntima) |
|---|---|---|---|---|
| Nova Friburgo (RJ) | título nacional, em lei | 1.230 | 200 | 72 (40) |
| Juruaia (MG) | título estadual, em lei | 188 | 62 | 6 (6) |
| Ilhota (SC) | título estadual, em lei | 114 | 57 | 5 (0) |
| Taquaral de Goiás (GO) | título estadual, em lei | 92 | 10 | 0 |
| Itaguari (GO) | sem fonte oficial localizada | 143 | 15 | 0 |
| Guaporé (RS) | autodenominação da Prefeitura | 123 | 51 | 16 (0) |
| Frecheirinha (CE) | arranjo produtivo identificado pelo governo estadual (2023) | 50 | 7 | 0 |
"Declaram atacado" é o que a confecção informa como atividade secundária: não prova que venda a revendedor, nem com que pedido mínimo.
Nova Friburgo é a exceção: além dos atacadistas da tabela, tem 309 varejistas ativos com palavra de roupa íntima no nome, e a Prefeitura aponta o bairro de Olaria e o distrito de Conselheiro Paulino como onde se concentram "confecções, depósitos e lojas de moda íntima". O cadastro confirma: 499 das 1.230 confecções (40,6%) declaram um dos dois endereços, somadas as grafias.
Taquaral de Goiás e Itaguari, na mesma região geográfica imediata do IBGE, a de Inhumas–Itaberaí–Anicuns, somam 235 confecções, tantas quanto Goiânia. Em Frecheirinha, o Governo do Ceará registrou, em 15/06/2023, um Arranjo Produtivo Local de Moda Íntima e escreveu que a cidade "escoa a maior parte da sua produção para estados da região Nordeste" (lido no arquivo da web). Mar de Espanha (MG), com 337 confecções, não tem página oficial localizada que a descreva como polo, e Sítio Alegre, em Morrinhos (CE), está no guia da cueca.
Centros atacadistas: Goiânia e o Brás na frente do registro
Na CNAE, quem vende roupa íntima no atacado se registra na 4642-7/01, a do atacado de vestuário em geral, sem código próprio. Dos 11.948 atacadistas de vestuário ativos na base de 12/09/2026, 718 mostram ligação com roupa íntima: 555 declaram também a confecção dela como atividade secundária e 213 têm no nome fantasia palavras como lingerie, íntima ou calcinha (50 fazem as duas coisas). Nomes de marca e palavras ambíguas ficaram de fora (o número é piso), e registro ativo não prova loja aberta nem venda de lingerie.
Goiânia (136) e a capital paulista (130) reúnem 37% desses 718; depois vêm Nova Friburgo (40), Fortaleza (22), Santa Cruz do Capibaribe (13) e Belo Horizonte (12).
Em Goiânia, dos 136, são 89 no Setor Norte Ferroviário (65%), onde o site oficial da Região da 44 situa o polo; desses 89, 41 declaram a Avenida Contorno, somadas as grafias. Muitos registros de shopping usam o endereço do prédio, o que não faz da avenida uma rua da lingerie. O caminho de compra está no guia da Rua 44.
Em São Paulo, o maior grupo está no Brás (41), seguido de Bom Retiro (8), Carandiru (8), Canindé (5) e Pari (4), sem rua que concentre. O guia da cueca conta 121 na capital porque usa só a atividade; aqui entra também o nome. O caminho de compra está nos guias do Brás e da 25 de Março.
Quem vai a Goiânia ou ao Brás atrás de lingerie não encontra regra própria da lingerie para pedido mínimo, CNPJ ou venda a CPF: nas fontes oficiais e de entidades consultadas, isso fica com cada fornecedor (veja pedido mínimo e grade e quem vende para CPF). Para comprar sem viajar, fornecedor que envia para todo o Brasil.
Fortaleza e as outras capitais que a busca pede
Em Fortaleza, o atacado registrado de roupa íntima é pequeno perto da fábrica. São 22 atacadistas de vestuário ligados a ela: 7 na Maraponga, todos na Rua Francisco Glicério, o endereço do Maraponga Mart Moda, 4 em Jacarecanga e 4 no Centro. Do lado da fábrica, são 531 confecções e 202 facções de roupa íntima ativas. A Feira da José Avelino, o Beco da Poeira e o Centro Fashion têm guias próprios.
Nas outras capitais que a busca pede, o cadastro mostra pouca confecção e quase nenhum atacadista ligado a roupa íntima:
| Capital | Confecções de roupa íntima | Atacadistas ligados a roupa íntima | Maiores concentrações da confecção no estado |
|---|---|---|---|
| Recife | 25 | 2 | Santa Cruz do Capibaribe (237) e Caruaru (58) |
| Salvador | 49 | 0 | Salvador (49), Vitória da Conquista (36) e Feira de Santana (28) |
| João Pessoa | 21 | 0 | João Pessoa (21), Catolé do Rocha (10) e Campina Grande (9) |
| Porto Alegre | 31 | 4 | Guaporé (123), Porto Alegre (31) e Caxias do Sul (30) |
| Manaus | 30 | 5 | a própria capital, com 30 das 34 do estado |
Nas fontes oficiais consultadas, nenhuma prefeitura dessas capitais aponta rua, galeria ou feira de moda íntima. Isso não quer dizer que não se venda lingerie no atacado nelas: o cadastro não separa o produto, e a loja de um shopping pode estar registrada como varejo ou como atacado de vestuário sem a palavra no nome. Para comprar, os guias de polo: Moda Center (PE), Feira de Santana (BA), Pop Center (Porto Alegre), Manaus, Barro Preto (Belo Horizonte) e Curitiba.
Cartão CNPJ: a lingerie mora na 1411-8/01, sem o nome
"Lingerie" é palavra de mercado, não de cadastro. Ela não aparece na descrição oficial da subclasse 1411-8/01, a da confecção de roupas íntimas, que lista sutiã (soutien) ou calcinhas, calcinhas femininas, modeladores femininos, cintas-liga, espartilhos e ligas com suas partes ao lado de cueca e pijama; nem na NCM; nem na lista de produtos da pesquisa industrial. Aparece no IPCA do IBGE, cujo subitem Lingerie subiu 2,61% nos 12 meses até agosto de 2026, abaixo do índice geral (4,22%); é variação de preço no varejo, não preço em reais. O biquíni fica fora, na subclasse 1412-6/01, com guia próprio.
É essa 1411-8/01 que se procura como atividade principal para comprar de quem fabrica, e não a da facção (1411-8/02); por que a facção não atende revendedor está em comprar roupa direto da fábrica, e a consulta passo a passo, em conferir o CNPJ do fornecedor. Das 11.822 confecções de roupa íntima ativas no país, 1.349 declaram o atacado de vestuário como atividade secundária, e 5.630, o varejo. No mapa oficial da fabricação, o Cadastro Central de Empresas do IBGE contava 7.072 unidades locais e 82.442 pessoas ocupadas na classe 14.11-8 em 2024, com toda roupa íntima e de dormir junta; a tabela por município está no guia do pijama.
Capital da moda íntima: o que é lei, o que é projeto e o que é só frase
Nas bases consultadas, só um título de moda íntima é nacional e está em lei: a Lei nº 14.883/2024 fez de Nova Friburgo a Capital Nacional da Moda Íntima, título honorífico. Os estaduais achados são três. Juruaia é Capital Mineira da Lingerie (Lei mineira 25.632/2025); Ilhota, Capital Catarinense da Confecção de Moda Íntima e Moda Praia (Lei catarinense 16.722/2015); e Taquaral de Goiás, Capital da Moda Íntima pela Lei goiana 22.364/2023. O título, na lei, não traz "de Goiás"; o portal de legislação do estado a classifica como "Título cultural de Capital Goiana".
Capital Nacional da Lingerie não existe em lei: é pedido na Câmara para Juruaia (PL 5.279/2023) e para Ilhota (PL 2.787/2026), os dois aguardando relator em 30/09/2026. E a própria Câmara registrou que o título de moda íntima tem dono. O PL 4.303/2025 pedia para Frecheirinha o de Capital Nacional da Moda Íntima; o parecer do relator, de 29/04/2026, apontou que ele "já foi oficialmente outorgado ao município de Nova Friburgo (RJ)" e que manter a redação "criaria uma antinomia jurídica". Em 19/05/2026, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços aprovou um substitutivo com outro nome, "Polo Nacional de Confecção de Moda Íntima"; o projeto aguarda relator na Comissão de Constituição e Justiça desde 20/05/2026, e Frecheirinha segue sem título em lei federal.
Guaporé se diz, no portal de turismo da Prefeitura, "reconhecida em todo o Brasil como a Capital das Joias Folheadas e da Moda Íntima"; não localizamos lei que lhe dê esse título. A justificativa do projeto de Juruaia (2023) diz que ela "produz 15% de todas as peças íntimas do País", e a Prefeitura de Nova Friburgo, que a cidade é responsável por "25% da produção nacional de lingerie", sem ano: nenhuma estatística oficial consultada mede produção de roupa íntima por cidade.
Sutiã e calcinha importados: a China domina, e a entrada cresce
A NCM não usa a palavra lingerie, mas separa as peças: sutiã e bustiê são o código 6212.10.00, e a calcinha de malha se divide por matéria em 6108.21.00 (algodão), 6108.22.00 (sintética ou artificial) e 6108.29.00 (outras). A calcinha de tecido plano não tem código próprio: os números de calcinha abaixo são só da de malha. O imposto de cada código fica para os guias de alíquota de importação de roupa e do Remessa Conforme.
Pelo Comex Stat, base de 04/09/2026, entraram em 2025 29,0 milhões de sutiãs, por US$ 34,6 milhões FOB: a China ficou com 87,5% do valor e 97,1% das peças. Na calcinha de malha, foram 61,0 milhões de peças, por US$ 24,7 milhões: China com 74,1% do valor e 88,5% das peças, Paraguai com 8,3% e 8,1%. De janeiro a agosto de 2026 entraram 22,2 milhões de sutiãs e 55,3 milhões de calcinhas de malha, 15,8% e 41,5% mais que no mesmo período de 2025.
| Ano | Sutiãs importados (milhões de peças) | Calcinhas de malha importadas (milhões de peças) | Paraguai nas calcinhas (% das peças) |
|---|---|---|---|
| 2022 | 12,0 | 17,7 | 24,5 |
| 2023 | 10,8 | 31,2 | 27,7 |
| 2024 | 22,9 | 46,3 | 11,3 |
| 2025 | 29,0 | 61,0 | 8,1 |
As fontes consultadas não explicam a queda do Paraguai, e a estatística não mede a compra de viagem: pelo manual da Secex, o Comex registra a mercadoria no desembaraço, pelo país de origem, e não conta bagagem. A calcinha paraguaia da tabela entrou por importação formal; a cota de viagem é de uso pessoal (comprar no Paraguai para revender).
Do lado nacional, na PIA-Produto de 2024, a indústria de maior porte (30 pessoas ocupadas ou mais e/ou receita acima de R$ 27,0 milhões) declarou 52,5 milhões de sutiãs e 179,1 milhões de calcinhas, que somaram 57,6% do valor da produção da classe de roupa íntima. É amostra, do país inteiro e de outro ano: não se divide pela importação. Quanto custa a lingerie no atacado, nenhuma fonte oficial consultada diz, e o FOB não serve de atalho: veja como calcular o preço de venda.
lei, decreto, portaria, órgão público e estatística oficial
Renda, forro, bojo e tamanho: a etiqueta da lingerie
Sutiã, calcinha, lingerie e bojo: nenhuma dessas palavras aparece na Portaria Inmetro nº 118/2021, e a lingerie segue a regra de toda roupa, descrita em etiqueta de composição. O que pesa nela são as partes. A peça com partes de composição diferente, como renda, tule e forro, declara a de cada uma; a parte com até 30% da massa pode ficar de fora, mas o forro nunca (ver vestidos e moda praia). O regulamento não dá nome às partes: o Inmetro diz que a identificação "pode ser realizada da forma que melhor convier ao fabricante ou importador". E, nos produtos com base ou suporte têxtil, o item 14 manda indicar em separado a composição "da superfície e da base ou do suporte", quando diferem.
O bojo fica sem resposta. O item 15 tira do percentual os "enchimentos" e os "elásticos", e o Inmetro confirma que "o enchimento não deve ser considerado", mas a portaria não usa a palavra bojo, e nas perguntas frequentes consultadas o Inmetro não diz se o trata como enchimento ou como parte com composição própria. Peça ao fornecedor, por escrito, a composição do bojo e do forro.
No tamanho, o Inmetro exige a informação na peça, na "forma aplicável ao produto" ou por dimensões, sem fixar como o sutiã se numera. No catálogo da ABNT, as buscas por "sutiã", "calcinha", "moda intima" e "busto" não devolvem norma brasileira; para "brassiere" e "foundation garments" aparece só norma estrangeira, que não é regra aqui. Número e letra do bojo seguem a tabela de cada fabricante: peça a de medidas do corpo e a da peça antes de fechar a grade (tabela de medidas ABNT).
Na troca, as orientações oficiais consultadas falam de "peças íntimas" em bloco, como a do Procon de Sorocaba, que as cita entre as condições que muitas lojas estipulam para não trocar. Nelas, nada muda para calcinha e sutiã: a regra está em loja é obrigada a trocar roupa? e, para a higiene, no guia da cueca.
Transparência: alguns links deste site podem ser de parceria — comprando por eles, o site pode receber comissão, sem custo extra pra você. A apuração não muda: ficha com data e fonte, com ou sem parceria.
Perguntas frequentes
Em dois tipos de lugar. Nos polos de fábrica, como Nova Friburgo (RJ), Juruaia (MG), Ilhota (SC) e Taquaral de Goiás (GO), o cadastro da Receita mostra sobretudo confecção; fora Nova Friburgo, com 40 atacadistas ligados a roupa íntima, eles têm de zero a seis. No país, a base de 12/09/2026 registra 718 atacadistas de vestuário que declaram roupa íntima na atividade ou no nome, e os maiores grupos estão nos centros atacadistas de Goiânia (136) e São Paulo (130, 41 no Brás). É registro declarado, não prova de loja aberta.
Nas bases consultadas, quatro, e só uma com título nacional: Nova Friburgo (RJ), Capital Nacional da Moda Íntima pela Lei federal 14.883/2024. As outras três são estaduais: Juruaia, Capital Mineira da Lingerie; Ilhota, Capital Catarinense da Confecção de Moda Íntima e Moda Praia; e Taquaral de Goiás, Capital da Moda Íntima por lei goiana. Capital Nacional da Lingerie é só pedido, em projetos para Juruaia e Ilhota. Frecheirinha (CE) tem projeto rebatizado para Polo Nacional de Confecção de Moda Íntima, e Guaporé (RS) se diz capital, sem lei localizada.
No cadastro da Receita, base de 12/09/2026, 89 dos 136 atacadistas de vestuário de Goiânia ligados a roupa íntima, 65%, declaram o Setor Norte Ferroviário, onde o site oficial da Região da 44 situa o polo; desses 89, 41 têm endereço na Avenida Contorno. Endereço declarado pode ser o do prédio, e não o de uma loja. Fora da capital, na mesma região intermediária do IBGE, Taquaral de Goiás e Itaguari somam 235 confecções de roupa íntima ativas e nenhum atacadista de vestuário.
Nas buscas que fizemos no catálogo da ABNT, não: sutiã, calcinha, moda intima e busto não devolvem norma brasileira, e para brassiere e foundation garments aparece só norma estrangeira, que não é regra no Brasil. O Inmetro obriga a informar o tamanho na peça, na forma aplicável ao produto ou por dimensões, sem fixar como o sutiã se numera. Número e letra do bojo seguem a tabela de cada fabricante: peça a de medidas do corpo e a da peça antes de fechar a grade.
A norma não responde com essa palavra. A Portaria Inmetro 118/2021 tira enchimentos e elásticos do cálculo da composição, e o Inmetro confirma que o enchimento não entra no percentual, mas a portaria não fala em bojo, e nas fontes consultadas o Inmetro não diz se o trata como enchimento ou como parte com composição própria. O forro, esse, sempre se declara. O caminho seguro é pedir ao fornecedor, por escrito, a composição do bojo e do forro.
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