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Moletons com capuz de várias cores, do azul ao amarelo, do vermelho ao preto, pendurados lado a lado numa arara
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Moletom no atacado: onde comprar, pelo mapa do tecido de malha e da confecção

Nas fontes oficiais que consultamos, o moletom não tem cidade, rua nem galeria própria. O que existe são dois mapas vizinhos: o de quem fabrica o tecido de malha, com Santa Catarina e São Paulo à frente, e o de quem confecciona roupa, fora a íntima, com São Paulo, Fortaleza e Goiânia no topo. Este guia percorre as cidades que a busca pede, de Franca ao Brás, separa o moletom do tricô e mostra em que meses a roupa de frio de malha importada entra no país.

Neste artigo

Procuramos um endereço do moletom no IBGE, no cadastro de empresas da Receita Federal, no site da Prefeitura de Franca e nos diretórios de lojas do Brás. Nenhuma dessas fontes aponta rua, galeria ou feira do moletom; de cidade, há só rastros, em Franca. Elas desenham dois mapas vizinhos, o de quem fabrica o tecido de malha e o de quem confecciona roupa, e é por eles que este guia responde onde comprar.

O recorte é o moletom e a roupa de frio de malha costurada: blusa, blusão, jaqueta e conjunto; jaqueta de couro, jeans ou acolchoada fica fora, e tricô, camiseta lisa e o passo a passo de cada polo têm guias próprios. Não citamos loja, fábrica nem marca. O Vocabulário Ortográfico da ABL registra a grafia moletom; moleton, com n, circula, mas não consta dele.

Fontes lidas em 30 de setembro de 2026, pelo método da casa. IBGE e cadastro de CNPJ são réguas diferentes, que não se somam; percentuais e posições são conta nossa.

A resposta curta

Nenhuma fonte oficial que consultamos aponta rua ou galeria do moletom. O tecido de malha, base do moletom e de toda roupa de malha costurada, concentra-se em Santa Catarina (Brusque, Guabiruba, Jaraguá do Sul) e em São Paulo, onde Brás, Bom Retiro e Pari reúnem 45% dos fabricantes com CNPJ ativo na capital. A confecção de roupa, fora a íntima, tem São Paulo, Fortaleza e Goiânia nos três primeiros lugares do IBGE (2024). Franca (SP), que a busca liga ao moletom, tem confecção crescendo depressa, mas nenhuma fonte oficial consultada confirma essa fama. Moletom não é o tricô de Farroupilha e do sul de Minas. Na importação, a China lidera, e a roupa de frio de malha entra sobretudo de janeiro a abril.

Onde se faz tecido de malha e onde se confecciona roupa, nas cidades da busca

No Cadastro Central de Empresas do IBGE, de 2024, três classes de atividade desenham o mapa das cidades que a busca pede, em unidades locais, com a posição no país entre parênteses (conta nossa):

CidadeConfecção, exceto roupa íntima (14.12-6)Tecido de malha (13.30-8)Malharia e tricô (14.22-3)
São Paulo (SP)11.151 (1º)146 (2º)40
Fortaleza (CE)2.629 (2º)818
Goiânia (GO)2.196 (3º)719
Brusque (SC)969 (7º)1º do país2
Franca (SP)284 (29º)nenhuma3

Nenhuma classe conta moletom: a confecção reúne a roupa costurada que não é íntima nem profissional, o tecido de malha serve a qualquer peça, e a malharia e tricotagem faz outro produto, o tricô.

Santa Catarina lidera o tecido de malha entre os estados: Brusque lidera a classe no país, à frente de São Paulo e de Guabiruba (126), e Jaraguá do Sul é a 3ª em pessoal ocupado entre as cidades com dado publicado. O retrato do estado está em atacado em Santa Catarina; o tecido vendido em rolo, em tecido no atacado.

No Brás, além do atacado de roupa pronta, há fabricação de tecido de malha registrada: dos 151 estabelecimentos ativos com essa atividade principal na capital, nos Dados Abertos do CNPJ (base de 12/09/2026), 40 declaram o bairro Brás, 21 o Bom Retiro e 7 o Pari, 45% do total. Os diretórios não mostram a peça: nenhum dos 25 filtros do guia de lojas da Alobrás, a associação de lojistas do bairro, é de moletom ou de inverno, e nenhum dos 177 segmentos de um centro de compras local é de moletom. Como comprar: Brás e Bom Retiro.

Goiânia e Fortaleza quase não fazem tecido de malha, mas estão entre as três cidades com mais unidades de confecção; o caminho está nos guias da Região da 44 e da José Avelino. Curitiba (12ª) e Porto Alegre (17ª) vêm depois. A confecção é mais espalhada que o atacado: só 12,1% das confecções ativas da capital paulista declaram o Brás, contra 35,5% dos atacadistas de vestuário (mapa do atacado). Pedido mínimo, preço e CNPJ são regra de cada fornecedor (pedido mínimo e grade, venda para CPF).

Franca: a confecção cresce, e as fontes consultadas só mostram rastros do moletom

A Prefeitura de Franca apresenta a cidade como "capital do calçado" (o calçado tem guia próprio). No site oficial, a busca por "moletom" devolve uma notícia só, de 12/03/2024: a Guarda Civil autuou um empresário flagrado deixando numa estrada da Região Norte oito sacos de tecido "oriundos de uma fábrica de moletom", sem dizer onde a fábrica fica. A de "moletons" só traz notícias de doação de roupa.

No IBGE, a classe de confecção de roupa passou de 194 unidades locais em 2022 para 284 em 2024. No cadastro da Receita (base de 12/09/2026), há 824 estabelecimentos ativos com a confecção como atividade principal e 255 com a facção, a costura para terceiros; das 824 confecções, 416 abriram de 2024 para cá. As duas réguas não se leem como série: o cadastro inclui MEI e empresa parada, e o IBGE, não. Nenhuma delas diz o que Franca costura.

A Prefeitura mantém desde pelo menos 2017 o programa Franca Mais Moda, de fomento à confecção. Em notícia de 19/11/2024, atribuiu ao prefeito a conta de "mais de 350 indústrias de confecção", com cerca de 2 mil pessoas, e repetiu o número em texto próprio em 09/05/2025; na de 2024, o presidente da associação comercial fala em "1.470 indústrias desse gênero ativas". São números sem método publicado, que divergem entre si e das duas réguas oficiais, e nenhuma das duas notícias cita moletom.

O outro rastro está no nome fantasia: só 15 estabelecimentos ativos no país têm "moletom" ou "moleton" no nome, e 7 ficam em Franca, 3 de facção, 3 de varejo de roupa e 1 de confecção. É indício, não contagem de fornecedores, porque quase ninguém põe a peça no nome. Não localizamos fonte oficial que confirme nem que desminta a fama; o site da associação comercial e o da Câmara Municipal não foram consultados.

Moletom não é tricô, mas a estatística do produto junta os dois

Na CNAE, a classificação de atividades do IBGE, a palavra moletom não aparece em nenhuma das 1.332 subclasses. Blusa, blusão, jaqueta e conjunto de moletom caem na confecção de peças do vestuário, 1412-6/01, que lista agasalhos, blusões, jaquetas e conjuntos para esporte de malha, feitos de qualquer material; quem costura para terceiros é facção, 1412-6/03. São os códigos a conferir no cartão CNPJ de quem diz fabricar (como conferir o CNPJ e comprar direto da fábrica).

O tricô é a classe 14.22-3, de artigos "produzidos a partir de linha ou lã", e a nota dela exclui o que é confeccionado de tecido de malha. O moletom é esse tecido, fabricado na classe 13.30-8, cortado e costurado; o tricô sai direto do fio (as três classes lado a lado). Os endereços também diferem: no IBGE de 2024, Monte Sião, Jacutinga e Farroupilha são as três primeiras do país no tricô, e Brusque tem 2 unidades nele (Circuito das Malhas, Monte Sião, Jacutinga, Farroupilha). O título federal de Farroupilha (Lei 14.954/2024) é Capital Nacional da Moda de Inverno: não fala em moletom nem em malha.

Felpa também não define o moletom: na Solução de Consulta Cosit 98.029, publicada em 07/03/2024, a Receita usou "contextura moletom" para um tecido de malha-trama "sem felpa", e na CNAE "felpudo" só aparece no tecido atoalhado, que é plano.

A estatística, ao contrário, junta o que a CNAE separa. Na NCM, a blusa de moletom divide a posição 61.10 com o suéter, e o item da pesquisa industrial do IBGE que corresponde a ela, fora a lã, teve 64 empresas e 1,45 milhão de unidades em 2024: moletom e tricô juntos, só da indústria de maior porte, numa série nova, sem comparação com anos anteriores.

Quando a roupa de frio de malha chega: importação de janeiro a abril, alta de preço de março a junho

Nenhuma fonte oficial que consultamos publica o mês em que o lojista compra o inverno; as estatísticas mostram as bordas desse calendário.

Uma é a importação. No Comex Stat, de 2022 a 2025, entre 54,8% e 64,9% do valor anual importado de suéteres, pulôveres e blusas de moletom de algodão e de fibra sintética ou artificial (6110.20 e 6110.30) foi desembaraçado de janeiro a abril, com pico em março todo ano, de 18,0% a 21,2% do total. Nas jaquetas e casacos de malha de algodão e sintéticos (61.01 e 61.02), janeiro a abril somaram de 63,3% a 69,5% do valor de 2023 a 2025, também com pico em março. Em 2022, dezembro pesou 10,6% nos suéteres e blusas. Pelo manual da estatística, a importação conta quando a mercadoria é desembaraçada: é o mês da entrada no país, não o da compra no atacado.

A outra é o preço no varejo. No IPCA (tabela 7060 do IBGE), agasalho masculino, feminino e infantil são subitens próprios. A variação acumulada de março a junho foi positiva nos três em todos os anos de 2020 a 2026; a de julho a outubro foi negativa em cinco dos seis anos fechados, com 2022 de exceção. Na média de 2020 a 2025, o agasalho masculino subiu 2,38% em março, 2,06% em abril e 2,51% em maio, e caiu 1,70% em agosto. É índice ao consumidor: não dá preço em reais nem de atacado, e as tabelas consultadas não dizem que peças contam como agasalho.

As pesquisas mensais de comércio e de indústria do IBGE, nas tabelas lidas, não separam roupa de frio. O calendário de lançamentos é do setor, como o de Farroupilha.

Na importação, China e Bangladesh na frente, num código que não separa moletom de suéter

Na tabela oficial da NCM, vigente em 30/09/2026, a palavra moletom não aparece, e a posição 61.10, a da blusa e do suéter, se divide só pela fibra. Pelo Comex Stat, o Brasil importou nessa posição, em 2025, cerca de 30,2 milhões de peças, por US$ 136,9 milhões FOB. A China respondeu por 49,5% do valor e 59,8% das peças; Bangladesh, por 28,3% e 30,6%.

Em 2026, a entrada acelerou: de janeiro a agosto foram 34,7 milhões de peças, 37,7% mais que no mesmo período de 2025, por US$ 145,2 milhões FOB. É dado parcial e revisável; o ano fecha em janeiro de 2027.

Jaqueta e casaco de malha, de anoraque a japona, ficam nas posições 61.01 e 61.02, onde a jaqueta de moletom pode cair, conforme a peça: 16,1 milhões de peças em 2025, com 63,2% do valor vindo da China. O Paraguai quase não aparece na 61.10, com 2.720 peças em 2025, e tem 3,7% das peças das jaquetas de malha. É importação formal: a bagagem fica fora da estatística, e a cota do viajante é de uso pessoal (comprar no Paraguai para revender).

A Receita classificou na 6110.30.00 um artigo masculino de malha 100% poliéster, com capuz, vestido pela cabeça e sem abertura frontal, "conhecido como moletom" (Solução de Consulta Cosit 98.250, publicada em 11/11/2022). Pelas notas explicativas do Sistema Harmonizado, o conjunto de malha de duas peças só é abrigo para esporte, da 61.12, quando aparência e tecido mostram uso exclusivo ou essencial no esporte. Não achamos solução de consulta sobre jaqueta com zíper, conjunto ou calça de moletom: quem importa confere com o despachante ou faz consulta formal. Imposto: alíquota por NCM; caminhos: importar da China. O valor FOB é só a mercadoria no embarque, sem frete nem imposto: não é preço de atacado, que nenhuma fonte oficial consultada publica.

Capuz forrado, felpa e gramatura: a etiqueta do moletom e o liso para estampar

Para estampar, vale a regra de fibra da camiseta lisa: pela apostila de estamparia do CEFET-SC, hoje IFSC, a sublimação se aplica a poliéster e poliamida, e a tinta de pigmento fica na superfície, presa por um ligante. No moletom, muda o dado da importação: 73,1% das peças da posição 61.10 importadas em 2025 eram de fibra sintética ou artificial. Do moletom feito no Brasil, não achamos dado oficial por fibra; a composição de cada peça se confere na etiqueta.

Da Portaria Inmetro nº 118/2021, cuja regra geral está em etiqueta de composição, três pontos pesam no moletom:

  • Partes e forro. Peça com partes de composição diferente declara cada uma; só fica dispensada a parte que tenha, sozinha, até 30% da massa, e o forro nunca entra na dispensa. O capuz com forro de outra composição declara o forro; punho e barra de ribana de outra composição podem ficar sem indicação separada, dentro do limite.
  • Felpa e base. Quando superfície e base têm composições diferentes, as duas se indicam em separado, mas nem a portaria nem o Inmetro dizem, nas fontes lidas, se a felpa do moletom é esse caso. Confira se a etiqueta traz a composição de cada parte.
  • Gramatura. Não está entre as informações obrigatórias da peça pronta: é exigida no tecido, no retalho e nas partes destinados à indústria de transformação, assunto de tecido no atacado.

Também não achamos norma de gramatura mínima: no catálogo da ABNT, "moletom", "moleton" e "malha felpada" não devolvem produto, e a de "gramatura" deu erro. A descrição oficial achada é a do caso da Receita já citado, um tecido de 2 cabos, com dois fios de títulos diferentes, 335 g/m² e metade algodão, metade poliéster: exemplo, não régua. A gramatura se confere na ficha técnica. Canguru, gola careca, flanelado e peluciado são nomes de mercado, sem definição nas normas consultadas. E o moletom infantil com cordão no capuz entra na norma de cordões em roupa infantil, a NBR 16365:2015, tratada em roupa infantil no atacado.

Fontes oficiais e primárias

lei, decreto, portaria, órgão público e estatística oficial

Fontes do próprio empreendimento

site, FAQ e material de quem administra o lugar — é declaração do interessado

Respostas prontas sobre moletom que as fontes consultadas não sustentam

  • "Moletom é tricô." A CNAE separa os dois, e o tricô tem outro mapa, liderado por Monte Sião, Jacutinga e Farroupilha.
  • "Franca é a capital do moletom." Nenhuma fonte oficial consultada diz isso; a Prefeitura se apresenta pelo calçado.
  • "Moletom é 6112, agasalho esportivo." A Receita pôs a blusa com capuz de poliéster na 6110.30.00; o abrigo da 61.12 pede uso esportivo.
  • "Moletom é tecido felpudo." A Receita descreve contextura moletom sem felpa.
  • "O Inmetro exige gramatura mínima." A gramatura nem é obrigatória na etiqueta da peça pronta.
  • "Dado oficial: o lojista compra o inverno em março." O dado oficial é de importação e de preço ao consumidor.
  • "O Brasil produz 1,45 milhão de moletons." O número junta moletom e tricô e cobre só a indústria de maior porte.
  • "Moletom do Paraguai para revender." A cota do viajante é de uso pessoal, e a importação formal de lá, na posição da blusa, é quase nula.
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Transparência: alguns links deste site podem ser de parceria — comprando por eles, o site pode receber comissão, sem custo extra pra você. A apuração não muda: ficha com data e fonte, com ou sem parceria.

Perguntas frequentes

Nenhuma fonte oficial ou de entidade que consultamos aponta rua, galeria ou feira do moletom, e os diretórios de lojas do Brás que lemos não têm esse segmento. O que existe é o mapa de quem faz o tecido de malha, com Santa Catarina (Brusque, Guabiruba, Jaraguá do Sul) e, na capital paulista, Brás, Bom Retiro e Pari à frente, e o de quem confecciona roupa, fora a íntima, com São Paulo, Fortaleza e Goiânia no topo do IBGE (2024). O como-comprar está no guia de cada polo, e pedido mínimo, preço e CNPJ são regra do fornecedor.

Não localizamos fonte oficial que confirme nem que desminta. A Prefeitura apresenta Franca pelo calçado; a busca do site dela por moletom só traz uma autuação de 2024 por descarte de tecido de uma fábrica de moletom. As fontes mostram uma confecção de roupa em alta: no IBGE, de 194 para 284 unidades locais entre 2022 e 2024; na Receita, 824 confecções ativas em setembro de 2026, 416 delas abertas de 2024 para cá. Nenhuma das duas réguas diz que peça elas costuram. "Moletom" ou "moleton" aparece no nome fantasia de 7 estabelecimentos ativos da cidade: indício, não contagem.

É malha, mas não é tricô. Na CNAE do IBGE, o tecido de malha sai da classe 13.30-8, e o moletom é esse tecido cortado e costurado, na confecção; o tricô é a classe 14.22-3, peça feita direto do fio, cuja nota exclui o que é confeccionado de tecido de malha. Os mapas também diferem: Monte Sião, Jacutinga e Farroupilha lideram o tricô; Brusque, São Paulo e Guabiruba, o tecido de malha. Já na NCM e na pesquisa industrial, a blusa de moletom divide código com o suéter de tricô da mesma fibra.

Sobretudo de janeiro a abril. Pelo Comex Stat, de 2022 a 2025, entre 54,8% e 64,9% do valor anual importado de suéteres, pulôveres e blusas de moletom de algodão e de fibras sintéticas ou artificiais foi desembaraçado nesses meses, com pico em março; nas jaquetas e casacos de malha, de 63,3% a 69,5% entre 2023 e 2025. É o mês em que a mercadoria entra no país, não o da compra do lojista, que nenhuma fonte oficial consultada publica. No IPCA, o preço do agasalho subiu de março a junho em todos os anos de 2020 a 2026.

Não achamos norma que a fixe. No catálogo da ABNT, moletom e malha felpada não devolvem nenhuma norma, e a Portaria Inmetro 118/2021 não põe a gramatura entre as informações obrigatórias da peça pronta: ela só é exigida no tecido, no retalho e nas partes destinados à indústria de transformação. A única descrição oficial que achamos é de um caso da Receita, um tecido de 2 cabos com 335 g/m², metade algodão e metade poliéster, que vale como exemplo, não como padrão. A gramatura se confere na ficha técnica do fornecedor.

Jeff Bruno

Jeff Bruno

Editor responsável do Atacado Modas. Gerente de e-commerce há 5 anos em uma grande operação de varejo, passou anos comprando no Paraguai para revender e hoje lida com importação da China na operação onde trabalha. Aqui escreve o que dá para provar: toda ficha sai com data e fonte. Curitiba/PR.

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