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Duas sandálias de dedo trançadas, cor de areia, sobre tábuas brancas, entre conchas, caramujos e estrelas-do-mar vermelhas
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Sandálias no atacado: onde o cadastro registra o atacado de calçado e o que o Inmetro pede do par

O cadastro de empresas mostra onde o atacado de calçado se registra; o relatório do setor e um plano do governo do Ceará ligam a sandália à Paraíba e ao Cariri; a portaria do Inmetro diz o que cada par precisa trazer. Nenhum deles aponta rua ou cidade só de sandália. O guia lê as fontes e diz o que cada uma não mede.

Neste artigo8 seções

Quem digita "sandálias atacado" ou "chinelo atacado" recebe do Google sugestões com nome de lugar: Brás, Fortaleza, Nova Serrana, Manaus, Goiânia, Caruaru (leitura nossa de 28/09/2026). A pergunta é por lugar, e os cadastros respondem em outra unidade: contam calçado, não sandália.

O recorte é a sandália em sentido largo: rasteira, papete, sandália de salto ou de plataforma e o chinelo, sempre como nome de mercado. Polos de calçado e o tênis têm guias próprios: calçados no atacado: os polos e Nova Serrana. Não citamos loja, fabricante nem marca, e nenhum preço por par entra.

As fontes foram lidas em 7 de outubro de 2026, pelo método da casa. IBGE, Receita e Abicalçados são réguas diferentes, que o guia não soma; percentuais e somas são conta nossa.

A resposta curta

O cadastro mostra o lugar do atacado de calçado em geral, não o da sandália: a CNAE e a NCM tratam sandália e chinelo como calçado, sem subclasse nem código com o nome deles, e nas fontes consultadas nenhuma cidade, rua ou feira é ligada só a eles. No cadastro de CNPJ de setembro de 2026, 224 dos 1.763 estabelecimentos ativos de atacado de calçado estão na capital paulista, 92 deles declarando o Brás; no IBGE (2024), são 793 das 3.040 unidades do país. Na fábrica, o relatório da Abicalçados só liga sandálias e chinelos a um estado, a Paraíba, e um plano do governo do Ceará, ao Cariri. A etiqueta do par segue a regra geral do Inmetro.

Onde o cadastro registra o atacado de calçado

Na CNAE, a classificação oficial de atividades, o atacado de calçados é uma subclasse só, a 4643-5/01, e "sandálias" e "chinelos" são duas das oito atividades dela, ao lado de sapatos, tênis e calçados esportivos. A classe 46.43-5 ainda junta o calçado ao atacado de bolsas, malas e artigos de viagem (IBGE). Por isso os cadastros contam o atacadista de calçado, não o de sandália.

A tabela traz as cidades que as sugestões do Google repetem, em duas réguas. A do CNPJ conta estabelecimentos ativos com o atacado de calçados como atividade principal (Dados Abertos do CNPJ, base de 12/09/2026); a do IBGE conta unidades locais da classe inteira, bolsa e mala incluídas (Cadastro Central de Empresas, 2024, o CEMPRE).

CidadeCNPJ, set/2026IBGE, 2024
São Paulo (SP)224793
Rio de Janeiro (RJ)4490
Belo Horizonte (MG)5884
Goiânia (GO)3273
Nova Serrana (MG)6056
Caruaru (PE)2552
Fortaleza (CE)2936
Manaus (AM)1621
Porto Alegre (RS)819
Teresina (PI)514

As colunas nem sempre concordam: Nova Serrana tem mais registros no CNPJ que Belo Horizonte e menos unidades no IBGE. As réguas diferem na data (set/2026 e 31/12/2024), em quem entra (o IBGE só conta os ativos em 31/12 e desconsidera os MEIs) e na classe (a do IBGE inclui bolsas e malas); nenhuma fonte diz qual diferença pesa mais. Não se somam, e nenhuma é ranking de onde comprar. São Paulo concentra 12,7% dos 1.763 estabelecimentos do CNPJ e 26,1% das 3.040 unidades do IBGE.

Para um fornecedor que você já tem, o caminho é o cartão CNPJ: 4643-5/01 é o atacado de calçados, e as atividades de fábrica são as três descritas adiante (como conferir o CNPJ do fornecedor). Guias das praças (de roupa, não de sandália): Caruaru, Fortaleza, Goiânia, Belo Horizonte, Manaus, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

O Brás no cadastro: 92 registros, não 92 lojas

Dos 224 da capital, 92 declaram o bairro Brás (41,1%; 5,2% dos 1.763 do país). Os outros 132 se espalham por 89 bairros, com no máximo 6 cada, e nenhum declara o Bom Retiro. É o bairro que a empresa informou à Receita, e 59 dos 92 declaram uma de duas ruas do bairro: o registro mostra onde a empresa disse estar, não quantas lojas abertas existem. Nada disso prova atacado de sandália, e por isso o guia não nomeia rua, galeria nem loja do bairro; horário, acesso e como comprar estão em atacado de roupas no Brás.

Onde uma associação ou a Prefeitura poderia ter registrado a categoria, a busca voltou vazia: nenhum dos 27 segmentos do guia de lojas da Alobrás, associação dos lojistas do Brás, é calçados (só lojas associadas). No projeto Ruas Temáticas da Prefeitura de São Paulo (SP Urbanismo, 03/07/2024), a lista de ruas (motos, eletrônicos, noivas, cozinhas, ferramentas, moda e a 25 de Março) não traz calçado; não é mapa do comércio.

Quem fabrica: três códigos por material, uma estatística e uma estimativa

Na CNAE, a sandália e o chinelo não têm subclasse própria: aparecem como atividades dentro de três subclasses de fabricação de calçado, separadas pelo material. A 1531-9/01 é a do couro; a 1533-5/00, a do sintético, onde fica o chinelo de plástico; a 1539-4/00, a dos materiais não especificados, onde ficam o chinelo de borracha, a lona, as fibras e o tamanco (IBGE).

O cadastro conta tudo junto, porque as três também listam calçado de segurança e calçado em geral do material (a de couro, ainda sapato e bota): no CNPJ de setembro de 2026, 11.090 estabelecimentos ativos têm uma delas como atividade principal, 46,5% com início em 2020 ou depois (conta nossa). Não é a conta de fábricas de sandália, e nem todo registro está em operação.

Entre as estatísticas oficiais consultadas, a que isola sandália e chinelo é a PIA-Produto do IBGE, num item só: "sandálias e chinelos de material sintético, montado". Em 2024, 53 empresas declararam 274,98 milhões de pares produzidos (SIDRA 10476). Três travas: é uma amostra, para a nota técnica, e um censo, para a ficha de metadados, só das empresas acima do corte, 30 ou mais pessoas ocupadas ou receita acima de um mínimo anual (nota técnica 01/2026), e a oficina pequena fica de fora; cobre só o sintético montado, e o calçado injetado que a Abicalçados associa à Paraíba cai, pela nossa leitura, nos itens de calçado "moldado", onde sandália e chinelo são só exemplo numa lista; e a série é nova, de 2024. Pelo corte, não é o total do país (leitura nossa).

A Abicalçados, entidade do setor, estima que "chinelos" foram 44,7% da produção brasileira de calçados em 2025: 379,2 milhões de pares, de 847,5 milhões (relatório de 2026). "Chinelo" é categoria de tipo de uso da própria entidade, e o relatório não diz se entram as sandálias. É estimativa: os números de 2024 e 2025 partem da PIA-Produto de 2023, com a amostra voluntária da entidade (mais de 70% da produção, diz ela) e o índice mensal do IBGE.

Paraíba e Cariri: onde uma fonte liga a sandália a um lugar

No relatório de 2026 da Abicalçados, a única passagem que liga sandália e chinelo a um estado ou polo é a da Paraíba (a p. 29 só diz que os chinelos ajudaram Nordeste e Sudeste a ganhar participação): a produção do estado se concentra nos polos de Campina Grande (93%, na estimativa da entidade; o polo reúne seis municípios) e de João Pessoa (7%), e a maior parte do volume é de calçado injetado, de plástico e borracha moldados, "incluindo sandálias e chinelos". Para os outros estados, o relatório descreve os polos por gênero ou material e não cita os dois produtos.

A Prefeitura de Campina Grande chama de Polo Calçadista, o "Fabricão", o espaço municipal na Zona Leste onde pequenos fabricantes produzem (notícia de 19/03/2024). Na entrega, o prefeito falou em cerca de 300 fabriquetas na Zona Leste, sem dizer de que calçado, e disse que Campina é reconhecida como "segundo maior polo calçadista do Brasil": fala dele; a Abicalçados dá a mesma ordem em pares (estimativa da entidade). Um dos fabricantes contemplados contou à Prefeitura que faz "rasteirinhas, saltos e papetes". A notícia não informa venda ao público ou ao atacado, endereço nem horário: descreve espaço de produção, sem apresentá-lo como lugar de compra. No atacado de calçados, Campina Grande tem 3 estabelecimentos no CNPJ e 7 unidades no IBGE.

Nas fontes consultadas, o outro lugar é o Cariri. O plano de desenvolvimento do arranjo de calçados de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, feito em 2022 pelo CENTEC para o governo do Ceará, ouviu 54 das 156 empresas identificadas: 29,6% (16 de 54, conta nossa) disseram fabricar sandálias, sobretudo de borracha, PVC e sintético, e 37,0% (20) citaram calçados em geral, incluindo chinelos; a resposta era múltipla. É amostra de 2021-22, não censo nem produção, e não traz preço nem endereço de venda; na Figura 9, os canais são representantes (29,11%), grandes varejistas (26,58%), loja própria (21,52%), redes de distribuidores (20,25%) e consumidor final (2,54%), sem dizer se os percentuais são de vendas ou de empresas; à parte, o texto cita feiras no Cariri com compradores e lojistas de todo o Brasil. No CNPJ de setembro de 2026, são 221 estabelecimentos ativos com fabricação de calçado como atividade principal nos três municípios, 185 em Juazeiro do Norte (outra régua).

Sandália, chinelo, rasteira, papete: o nome e o código

Rasteira, rasteirinha, papete e sapatilha não aparecem como atividade nem como observação em nenhuma das 1.332 subclasses da CNAE (varredura de 07/10/2026); salto e plataforma, só como parte de calçado ou fora do assunto; alpercata, só dentro de nomes de atividade que juntam chinelo ou sandália. São nomes de mercado: o código separa por material.

A NCM, nomenclatura do comércio exterior, segue a mesma lógica: o Capítulo 64 (vigente em 07/10/2026) separa o calçado pelo material da sola e da parte de cima, em borracha ou plástico (64.02), couro natural (64.03) e matéria têxtil (64.04), e nenhum código usa "sandália" ou "chinelo" (Portal Único Siscomex). Duas linhas descrevem calçado de tiras, sem nomear a sandália: a 6402.20.00 (parte superior em tiras ou correias fixadas à sola por pregos, tachas, pinos e semelhantes) e a 6403.20.00 (tiras de couro sobre o peito do pé, envolvendo o dedo grande).

A descrição oficial mais próxima de uma definição que localizamos está na Solução de Consulta Cosit 98.117/2024, que transcreve as Notas Explicativas do Sistema Harmonizado: o calçado vai de "sandálias" de cordões ou fitas amovíveis até a bota de cano alto, e na posição 64.02 entram as sandálias "japonesas", de tiras presas à sola por saliências que se alojam em cavidades. Descreve a construção, não o modelo.

Nas estatísticas de comércio exterior, a Abicalçados define "chinelos" pelo código 6402.20 do Sistema Harmonizado. O Comex Stat registra 886.479 pares importados em 2025 no 6402.20.00; a entidade conta 0,9 milhão, 2,1% dos pares de calçado importados. É um código só; sandálias de outras construções entram em outros, que não consultamos. Imposto de importação, sem percentual aqui: remessa conforme e importar com CNPJ ou CPF.

O par e a etiqueta: a regra geral do Inmetro

O par é a unidade das fontes oficiais: o Comex Stat dá a 42 dos 50 códigos do Capítulo 64 a unidade "pares", e a PIA conta sandálias e chinelos em pares. Nas fontes consultadas, nenhuma norma define "caixa", "grade" ou "kit" para calçado nem fixa pedido mínimo: é regra de cada fornecedor (pedido mínimo, grade e sortido, escrito para roupa; fornecedor que vende para CPF).

A etiqueta vem da Portaria Inmetro 459/2025, que vale para o calçado em geral e não nomeia sandália, chinelo nem rasteira, para incluir ou excluir. Ficam de fora calçado usado, de brinquedo, de segurança, de proteção individual e ortopédico com finalidade corretiva de deformidades, e amostra sem finalidade comercial. Nas perguntas frequentes de 21/07/2026, o Inmetro diz que a regra vale para todos os calçados nacionais e importados vendidos no Brasil, sem citar sandália nem chinelo; o que segue é nossa leitura da regra geral para esse par.

Em cada pé, de forma permanente: a marca registrada no INPI (sem marca, a razão social ou o nome fantasia e o CNPJ), o país de origem e a numeração para o mercado brasileiro. Em ao menos um dos pés, de forma não permanente: o material predominante do cabedal, do forro, da palmilha e da sola (couro, têxtil ou "outros materiais", como plástico, borracha e sintético). Se o par não tem forro ou palmilha, informar é opcional, e a expressão padronizada é "sem forro" ou "sem palmilha". Tudo em português; vendido sem caixa no varejo, leva a identificação GTIN no próprio produto (art. 3º, § 1º).

O Inmetro define fornecer ao mercado nacional como pôr o calçado em circulação comercial para terceiros por nota fiscal de compra e venda, como o faturamento da fábrica ao atacado: é o gatilho do prazo de fabricantes e importadores, 31/12/2026. O de distribuição e comércio, em que o atacado entra, é 31/12/2027, e a resposta não diz o que o atacadista pode fazer com estoque anterior. Prazos, GTIN e multa: calçados no atacado: os polos. No par que chega, dá para conferir marca ou CNPJ, país de origem e tamanho em cada pé e guardar a nota fiscal da compra; é leitura nossa e não garante nada sobre multa.

Fontes oficiais e primárias

lei, decreto, portaria, órgão público e estatística oficial

Fontes do próprio empreendimento

site, FAQ e material de quem administra o lugar — é declaração do interessado

O que a apuração não confirmou

  • Faixa de numeração. O FAQ do Inmetro não diz se um tamanho que serve a dois números cumpre o campo "tamanho". A ABNT NBR 16679:2018 é paga e não foi lida; a nota técnica do Inmetro sobre o impacto da regra é PDF sem camada de texto. Pergunte ao fornecedor como a etiqueta dele trata o tamanho.
  • Infantil, ortopédico e segurança. Calçado infantil: na portaria e no FAQ do Inmetro não localizamos regime próprio de etiqueta; a portaria só exclui os "calçados de brinquedo", sem defini-los. Ortopédico corretivo: não localizamos o critério (a Cosit 98.117/2024 negou o enquadramento de uma sandália vendida em pares, mas é classificação fiscal). Segurança: regime à parte (CLT, art. 167: só se vende com Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho).
  • Preço. Nenhuma fonte oficial consultada publica preço de sandália no atacado; é do fornecedor e se confere na nota (como calcular o preço de venda).
  • Maior produtora e capital. Nas fontes oficiais consultadas não localizamos órgão que chame cidade alguma de maior produtora ou capital da sandália ou do chinelo; a fórmula "maior produtora de sandálias sintéticas" circula em trabalho acadêmico e em imprensa, que não usamos como fato. O título de "Capital Nacional" exige lei; a busca na API da Câmara não achou projeto, e leis estaduais e municipais não foram varridas.
  • Fontes que não abriram. O Cinep-PB estava fora do ar em 07/10/2026, os portais do governo da Paraíba pedem CAPTCHA e o LexML pede verificação de segurança; não contornamos nenhum. Sandália de couro ou feminina: só o plano do Cariri chega perto, ao destacar a "sandália feminina" e citar "sandálias em geral (de couro ou de materiais sintéticos)", sem dar volume de cada uma; nas demais fontes consultadas nenhuma as liga a um polo.
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Transparência: alguns links deste site podem ser de parceria — comprando por eles, o site pode receber comissão, sem custo extra pra você. A apuração não muda: ficha com data e fonte, com ou sem parceria.

Perguntas frequentes

Nas fontes consultadas, não. A CNAE e a NCM tratam sandália e chinelo como calçado: a CNAE os separa pelo material, e a NCM, pelo material da sola e da parte de cima, sem nomear nenhum dos dois. A Abicalçados liga sandálias e chinelos à Paraíba, e um plano do governo do Ceará, ao Cariri; nenhum dos dois dá título de capital. O de "Capital Nacional" só nasce de lei (Lei 14.959/2024) e exige provar, por dez anos seguidos, que o município é o expoente nacional na modalidade. Na API da Câmara, a busca por palavra-chave (sandália, chinelo, rasteira) não achou projeto de título; leis estaduais e municipais não foram varridas.

Nenhuma fonte consultada dá esse número para o país inteiro. O IBGE contou, em 2024, 274,98 milhões de pares de "sandálias e chinelos de material sintético, montado", feitos por 53 empresas da indústria de maior porte. A Abicalçados estima 379,2 milhões de pares de "chinelos" em 2025, categoria dela, a partir de dados de 2023. Os dois números têm universo, ano e método diferentes: não se somam nem se comparam.

No cadastro de CNPJ (base de 12/09/2026), 224 estabelecimentos ativos da cidade de São Paulo têm o atacado de calçados como atividade principal, e 92 declaram o bairro Brás. O IBGE conta 793 unidades locais da classe de atacado de calçados e artigos de viagem na cidade em 2024. São duas réguas, e nenhuma separa quem vende sandália. Registro ativo mostra onde a empresa declarou estar, não loja aberta.

Pela regra geral, sim, nos prazos da Portaria 459/2025: 31/12/2026 para fabricantes e importadores, 31/12/2027 para o comércio. Ela vale para o calçado em geral e não cita sandália nem chinelo; o Inmetro diz que alcança todos os calçados vendidos no Brasil, salvo as quatro exclusões da portaria. Cada pé leva marca ou CNPJ, país de origem e numeração; ao menos um dos pés, os materiais. Sem embalagem no varejo, o código GTIN vai no próprio produto. Aplicar isso ao chinelo é leitura da regra geral.

As fontes consultadas não definem; a descrição mais próxima é a das Notas Explicativas, citada pela Receita, que fala de construção (tiras, fitas, cordões) e não de modelo. A CNAE separa sandálias e chinelos só por material, em três códigos: couro (1531-9/01), sintético (1533-5/00) e borracha, lona e outros (1539-4/00). Rasteira, papete e sapatilha não aparecem em nenhuma das 1.332 subclasses da CNAE (busca de 07/10/2026). A NCM separa o calçado pelo material da sola e da parte de cima, sem citar sandália nem chinelo. São nomes de mercado.

Jeff Bruno

Jeff Bruno

Editor responsável do Atacado Modas. Gerente de e-commerce há 5 anos em uma grande operação de varejo, passou anos comprando no Paraguai para revender e hoje lida com importação da China na operação onde trabalha. Aqui escreve o que dá para provar: toda ficha sai com data e fonte. Curitiba/PR.

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