Pular para o conteúdo
AtacadoModas
Atacado Modas
Início
Fileira de máquinas de costura antigas, de ferro fundido, sobre bancadas de madeira num galpão de fábrica
Onde comprar · China

Como comprar no Made-in-China: o pedido passo a passo e onde a proteção acaba

O Made-in-China.com não vende produto diretamente: é a plataforma onde fornecedores chineses anunciam, operada pela Focus Technology, companhia aberta da Bolsa de Shenzhen. Este guia segue o pedido na ordem em que ele acontece — consulta, cotação, amostra, pagamento pelo Secured Trading, Pix e frete — pelo que a própria plataforma publica, e mostra onde a proteção dela termina.

Neste artigo

O Made-in-China.com diz, na própria central de ajuda, que não vende produto diretamente: quem vende é o fornecedor chinês que anuncia ali, e a plataforma só segura o dinheiro se o pagamento passar pelo serviço dela, o Secured Trading. Este guia segue o pedido na ordem em que ele acontece e mostra, a cada passo, o que a plataforma publica e onde a proteção dela termina.

Imposto de importação fica de fora: os percentuais têm guias próprios, linkados onde o assunto aparece. Nome de fornecedor também: esta casa não indica nem ranqueia quem vende.

As fontes, da central de ajuda aos relatórios em chinês da empresa que opera o site, foram lidas em 28 de setembro de 2026, pelo método da casa. Não criamos conta nem simulamos pedido; o que isso deixou em aberto está declarado onde faz falta.

A resposta curta

O Made-in-China.com é uma plataforma B2B operada pela Focus Technology, companhia aberta da Bolsa de Shenzhen controlada por uma pessoa física: não é do Alibaba e não vende produto diretamente — quem vende é o fornecedor. O caminho: buscar o produto, mandar consulta (inquiry) ou pedido de cotação, pedir amostra e fechar pelo Secured Trading, em que o dinheiro fica com a plataforma até você confirmar a entrega. Pessoa física pode abrir conta, o que não a autoriza a importar para revenda no CPF. Em 28/09/2026, o pagamento aceitava cartão, transferência e Pix, com taxa da plataforma de US$ 15 por pagamento no Pix. O frete se combina com o fornecedor, o site não consta do Remessa Conforme e a plataforma não paga o que a alfândega cobrar.

O pedido no Made-in-China, passo a passo

O guia do novo usuário divide o caminho em quatro etapas e recomenda, sem exigir, escolher fornecedor auditado. Na prática, são cinco passos:

  1. Ler o anúncio. A página mostra preço por faixa de quantidade e o pedido mínimo, que é de cada anúncio: na vitrine do Secured Trading lida em 28/09/2026, os 83 anúncios iam de 1 a 100 mil peças, e um era vendido por contêiner; no bloco de vestuário, de 10 peças a 2.000 pares. O vocabulário está em pedido mínimo, grade e sortido.
  2. Falar com o fornecedor. Há três vias: o botão "Send Inquiry", o chat TradeMessenger ("Chat Now") e os contatos da vitrine dele. A consulta sai até sem cadastro, mas a central diz que o comprador cadastrado tende a ter resposta mais rápida.
  3. Pedir cotação a vários. Logado, você publica um pedido de cotação (RFQ) com produto, quantidade e, se quiser, preço-alvo; a plataforma revisa, em geral em 1 dia útil, e o pedido fica visível a fornecedores qualificados; os interessados mandam cotação. O formulário de cotação ainda lista DAT e DDU, que não estão entre os códigos da Resolução Gecex nº 16/2020, e DDP, que ela diz não poder ser usado na importação brasileira (veja Incoterms na importação de roupa).
  4. Pedir amostra. No computador, use o filtro "Buy Sample" e o botão "Request Sample"; no app, o filtro de pedido mínimo 1. Confira antes como ler o tamanho chinês.
  5. Fechar pelo Secured Trading. No produto habilitado, clique em "Start Order", espere a cotação e o link de pagamento do fornecedor no TradeMessenger e pague em "Pay Now". Pedido não pago no prazo, em geral 7 dias, tem a cotação invalidada e é fechado.

O frete não vem calculado: a página de produto manda combiná-lo com o fornecedor. E a plataforma desaconselha negociar e fechar fora do site: o histórico de chat e de pagamento ali ajuda a proteger o comprador numa disputa.

Quem opera o site, e por que ele não é o vendedor

A central de ajuda diz que o Made-in-China.com foi fundado em 1998 e é operado pela Focus Technology Co., Ltd. A Focus se diz fundada em 1996 no site institucional, e o resumo do relatório anual de 2025, publicado em 20/03/2026 no cninfo, o portal de divulgação das companhias listadas na China, a registra na Bolsa de Valores de Shenzhen, código 002315, com escritório em Nanjing.

Pelo relatório anual completo, o controlador da Focus, que é também o controlador de fato, é uma pessoa física, com 46,42% das ações no fim de 2025; nenhuma pessoa jurídica tem 10% ou mais, nenhum dos dez maiores acionistas é do grupo Alibaba e o relatório não menciona o Alibaba. O Made-in-China não é do Alibaba.

A plataforma também diz que não vende produto diretamente: é site B2B de busca de fornecedores, e quem anuncia são os fornecedores-membros. Em 2025, segundo o relatório, a taxa que os membros pagantes pagam para publicar empresa e produto e comprar destaque, como o TopRank, e a do serviço de fornecedor auditado somaram 87,93% da receita do grupo. O relatório semestral de 2026 informa 30.915 membros pagantes em 30/06/2026. Quem paga para aparecer é o fornecedor.

Para roupa, a Focus dá a medida: a força tradicional do site, escreve ela, é a indústria pesada, e a leve está acelerando, com mais fornecedores de vestuário em 2025. Quantos são de roupa, os relatórios que lemos não dizem.

Conta, idioma e o contrato que você aceita

O cadastro é gratuito, começa pelo e-mail e aceita Google ou Facebook. Quem não trabalha para empresa também entra: a central de ajuda manda preencher o campo de empresa com "Individual User" e o seu nome. Para fechar pedido pelo Secured Trading, a conta é obrigatória.

Sem criar conta, não conferimos os passos seguintes do cadastro nem se pessoa física conclui o pagamento, e uma resposta da central pede licença de empresa para reativar conta fechada por segurança. E o User Agreement do comprador, em vigor desde 21/10/2025, firmado com a Focus, põe no comprador a obrigação de conhecer as regras de importação e exportação da China e do seu país e de ter qualificação legal para importar. Conta aberta não é licença para importar para revenda no CPF; o que cada documento permite está em importar da China com CNPJ ou CPF.

O mesmo contrato diz que a plataforma não consegue revisar nem garantir, anúncio por anúncio, a autenticidade e a legalidade do que se publica, e que o risco de usá-la é do comprador. Vale a lei chinesa, a disputa com a Focus vai ao tribunal do local da empresa e, entre versões do contrato, prevalece a chinesa.

O site tem versão em português, entre 16 idiomas, e o app "Made-in-China.com Comércio B2B" é gratuito na App Store brasileira, com português (versão 8.1.4, de 23/09/2026). A tradução é por software e, para o conteúdo do site, prevalece o inglês. Nas fontes consultadas, a Focus não informa escritório no Brasil.

O selo Audited Supplier: o que a auditoria olha e o que deixa de fora

O selo, "Fornecedor Auditado" na versão em português, existe desde 2007. Pela página do selo, o Made-in-China encarrega SGS, Bureau Veritas, TÜV Rheinland e CTI de verificar a autenticidade dos fornecedores premium: reunião prévia, análise de documentos, visita ao local (almoxarifado, fábrica, laboratório de teste, estoque) e confirmação final. O relatório cobre oito capacidades, entre elas exportação, produção e finanças, e é gratuito, mas o completo só abre logado.

O selo é pago pelo fornecedor: a página em chinês para fornecedores o define como produto de assinatura dos membros premium, e o relatório da Focus lança receita própria com esse serviço. Quem audita, as fontes oficiais divergem: as páginas do selo falam em instituição terceira e visita ao local, e a nota contábil do relatório anual admite certificação "por especialistas ou pela própria empresa", "no local ou a distância" (tradução nossa). Já "Diamond Member" e "Gold Member" são níveis do programa "China Supplier": a página do diamante o vende com vitrine 360° da fábrica e o compara ao ouro: 3.000 produtos e 10 em destaque, com vantagem de posição, contra 1.000 e 7. Nível de plano não é auditoria.

O relatório atesta a empresa, numa data. Na vitrine de um fornecedor auditado de roupas, lida em 28/09/2026, os dados verificados pela certificadora diziam "Trading Company", mercado principal doméstico, um ano de exportação e inspeção de produto acabado aleatória e visual. É um exemplo, não a regra: ali o relatório atestava uma trading, não uma fábrica. A inspeção do lote é serviço à parte e opcional.

As fontes consultadas não dizem quantos fornecedores são auditados; os pagantes e os mais de 2,5 milhões de fornecedores cadastrados da página institucional (lida em 28/09/2026) medem outra coisa. Também não localizamos regra de validade da auditoria nem ressalva do que ela deixa de fora; os modelos de relatório trazem a data da auditoria na capa, e é ela que se confere. Para marca, a plataforma recomenda comprar na loja oficial do seu país e conferir a autorização de marca do fornecedor; a lei brasileira está em o que não pode trazer do Paraguai.

Secured Trading: onde a proteção começa e onde acaba

No Secured Trading, você paga ao Made-in-China, e não ao fornecedor: o dinheiro fica numa conta de garantia (escrow) administrada pela plataforma e só é liberado depois que você confirma a entrega satisfatória. No produto, ele aparece como o escudo verde "Trade Guarantee".

A moldura está na página de produto e no guia do comprador: só pedido feito e pago pelo Secured Trading tem a proteção, e só em produto habilitado. O serviço é chamado de gratuito, mas o pagamento on-line tem taxa de transação, que não volta no reembolso. E o contrato é outro, de 19/06/2025: do Brasil, contrata-se com a Focus Global Sourcing Services, de Hong Kong, e a disputa com ela que a negociação não resolver vai à arbitragem em Hong Kong.

SituaçãoO que a regra publica
Problema de qualidade, diferente do anunciado ou violação de direito autoralReembolso pedido em até 30 dias corridos após confirmar o recebimento, com prova
AtrasoEntrega que passa 15 dias corridos do prazo; sem entrega nesses 15 dias, conta como não recebida
Resposta do fornecedor72 horas
Disputa com a plataformaAté 30 dias depois de o pedido ser fechado ou concluído
Produto personalizadoSem reembolso, só negociando com o vendedor

A última linha pesa para quem encomenda logo estampado ou etiqueta própria, que ainda tem de seguir a regra brasileira de composição. O reembolso só se pede pelo computador, e na mediação a plataforma decide pela prova das partes e diz não ser órgão judicial nem arbitral.

Fora do Secured Trading, a central diz que o site não participa da transação: ajuda a negociar, mas não responde pela disputa. Se o fornecedor passar número de conta, a ferramenta "Verify Account" do escritório virtual confere se é da plataforma; na transferência para a conta da Focus Global, a regra manda negociar primeiro com o fornecedor e, sem acordo, pedir ajuda ao site. O lado brasileiro está em fornecedor não entregou a mercadoria.

Pagar do Brasil, receber e passar pela alfândega

A tabela de meios do guia do comprador, lida em 28/09/2026, cita o Brasil pelo nome: o Pix aparece como disponível "só no Brasil". Os valores são taxa da plataforma, não imposto.

MeioTaxa da plataformaLimite por pagamentoProcessamento
Cartão, PayPal, Apple Pay, Google Pay2,99% do valorUS$ 8.0001 a 2 horas
PixUS$ 15 por pagamentoUS$ 5.0001 a 2 horas
Transferência bancária (T/T)Nenhuma; o banco pode cobrarSem limite2 a 7 dias úteis

A ordem é em dólar. No Pix, você é redirecionado para a página do meio de pagamento local, e o valor deve ser recebido de 2 horas a 2 dias úteis; na transferência, paga à conta do Made-in-China e manda o comprovante. As páginas lidas não dizem quem processa o Pix nem a cotação usada; a página do pagamento exige conta e pedido. No reembolso de meio local, o dinheiro volta à conta de origem ou, em alguns meios, a uma conta indicada 90 dias depois do pagamento. Câmbio e IOF estão em como pagar fornecedor da China.

O frete tem dois caminhos na política de envio: a logística oficial, por UPS (3 a 10 dias úteis) ou 4PX (3 a 14), e o envio pelo fornecedor (3 a 60), além do processamento até o embarque, que leva normalmente de 1 a 60 dias úteis. A política não lista países, e não verificamos se UPS e 4PX oficiais atendem o Brasil: seria preciso criar conta e simular pedido. O prazo com alfândega está em quanto tempo demora uma encomenda da China.

Na alfândega, a política de envio diz que o Made-in-China não paga o que a aduana cobra, e o contrato do Secured Trading põe os impostos da transação na conta do comprador. Com o Made-in-China fora do Remessa Conforme — nem ele nem as empresas que o operam constavam das duas listas da Receita Federal em 28/09/2026 —, o regime depende do valor e de quem importa: veja importação formal ou simplificada e Remessa Conforme: quais sites.

Fontes oficiais e primárias

lei, decreto, portaria, órgão público e estatística oficial

Fontes do próprio empreendimento

site, FAQ e material de quem administra o lugar — é declaração do interessado

Made-in-China ou Alibaba: o que cada um publica

Pelo que cada uma publica, consultado em 28/09/2026:

Made-in-China.comAlibaba.com
Quem operaFocus Technology; site de 1998Alibaba Group; site de 1999
Proteção do pagamentoSecured Trading, só em pedido pago pela plataformaTrade Assurance, só em pedido pago on-line pela plataforma
Selo de auditoriaAudited Supplier, produto pago do membro premium; certificadora ou a própria Focus, conforme a fonteVerified Supplier, nível de assinatura, com verificação por inspetora terceira

Os números não servem para ranquear: o Alibaba Group diz que o Alibaba.com atendeu mais de 48 milhões de pequenas e médias empresas no ano fiscal de 2024, e o Made-in-China conta cadastros — medidas diferentes. O pedido no Alibaba está em como comprar no Alibaba; os selos dele, em Alibaba é confiável?; as plataformas do grupo, em Alibaba, 1688 ou AliExpress.

Quatro frases que circulam em português esbarram nas fontes oficiais. "Fundado em 1996" é a data da Focus, não do site. "O segundo maior em número de cadastros, perdendo apenas para o Alibaba" não tem fonte oficial nas páginas consultadas. "Alibaba, Global Sources ou Made-in-China com Trade Assurance" põe o Made-in-China sob o nome da proteção do Alibaba; a dele é o Secured Trading. E dizer que os selos são "assinaturas pagas" e "não são auditorias independentes" acerta a primeira parte; a segunda, as fontes oficiais não resolvem: a página do selo cita quatro certificadoras, e o relatório anual admite certificação pela própria empresa. O preço da assinatura também circula em blogs; o Made-in-China não o publica nas páginas que lemos.

O madeinchina.com, sem hífens, é outro endereço; este guia trata do made-in-china.com. E o Made-in-China não aparece na lista de mercados notórios de 2025 do governo dos EUA, divulgada em 03/03/2026, que traz o Taobao, como mostra como comprar no Taobao. O próprio USTR avisa que a lista não é exaustiva nem declara ilegalidade: ficar fora dela não atesta ausência de falsificação.

Compartilhar: WhatsApp X

Transparência: alguns links deste site podem ser de parceria — comprando por eles, o site pode receber comissão, sem custo extra pra você. A apuração não muda: ficha com data e fonte, com ou sem parceria.

Perguntas frequentes

Não é. A central de ajuda diz que o Made-in-China.com foi fundado em 1998 e é operado pela Focus Technology Co., Ltd. Pelo relatório anual de 2025, publicado em 20/03/2026, a Focus é empresa de Nanjing listada na Bolsa de Shenzhen, código 002315, e seu controlador é uma pessoa física, com 46,42% das ações; nenhum dos dez maiores acionistas é empresa do grupo Alibaba e o relatório não menciona o Alibaba. O site também não vende produto diretamente: quem vende é o fornecedor que anuncia.

A plataforma prevê esse caso. A central de ajuda manda quem não trabalha para empresa preencher o nome da empresa como Individual User, seguido do próprio nome, e o cadastro é gratuito. Abrir conta, porém, não autoriza importar para revenda no CPF: o contrato põe no comprador a obrigação de ter qualificação legal para importar, e, para trazer ao Brasil, quem define essa qualificação é a lei brasileira. Não criamos conta, então não conferimos se pessoa física conclui o pagamento; uma resposta da central pede licença de empresa para reativar conta fechada por segurança.

Dá, pelo Secured Trading. A tabela de meios consultada em 28/09/2026 lista o Pix como disponível só no Brasil, com taxa da plataforma de US$ 15 por pagamento e limite de US$ 5.000, em dólar. Você é redirecionado para a página do meio de pagamento local, e o valor deve ser recebido de 2 horas a 2 dias úteis. As páginas lidas não dizem quem processa o Pix nem a cotação usada. A taxa é de serviço: não inclui imposto nem direito aduaneiro, que ficam por conta do comprador.

Prevê reembolso, dentro das regras dele e só em pedido feito e pago pelo serviço. Problema de qualidade ou produto diferente do anunciado: o reembolso é pedido em até 30 dias corridos depois de confirmar o recebimento, com prova. Entrega que passa 15 dias corridos do prazo conta como atraso; sem entrega nesses 15 dias, como não recebida. Produto personalizado não tem reembolso, a taxa de transação não volta e o pedido só se abre pelo computador. Pagamento feito direto ao fornecedor fica fora dessa proteção.

São empresas diferentes com desenho parecido. O Made-in-China, de 1998, é operado pela Focus Technology; o Alibaba.com, de 1999, é o primeiro negócio do Alibaba Group. Os nomes não se trocam: Secured Trading e Audited Supplier são do Made-in-China; Trade Assurance e Verified Supplier, do Alibaba.com. Nos dois, a proteção só vale para pedido pago pela plataforma e o selo é pago pelo fornecedor; no Made-in-China, a página do selo cita certificadoras, e o relatório anual admite auditoria pela própria empresa. As fontes oficiais consultadas não dizem qual é maior ou melhor.

Jeff Bruno

Jeff Bruno

Editor responsável do Atacado Modas. Gerente de e-commerce há 5 anos em uma grande operação de varejo, passou anos comprando no Paraguai para revender e hoje lida com importação da China na operação onde trabalha. Aqui escreve o que dá para provar: toda ficha sai com data e fonte. Curitiba/PR.

Conheça o autor →

Continue pelos guias das três frentes

Brasil, Paraguai e China — onde a mercadoria vem, com o que dá pra provar: cada ficha com data e fonte.

Ver todos os guias

203 guias · gratuito · atualizado em 2026