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Banca de bijuteria em mercado popular, com colares de metal prateado pendurados em fio e pulseiras de contas brancas e alaranjadas sobre o balcão de vidro
Mercado popular · Brasil

Mercadão de Madureira: o que dá para revender, horário e domingo

A administração do Mercadão publica que abre de segunda a sábado, das 7h às 18h30, e que domingo e feriado fecha — enquanto a Riotur, da mesma Prefeitura do Rio, publica outro horário e diz que abre domingo. Este guia coloca as duas versões lado a lado, explica a camada de norma que faz as duas poderem estar certas, e responde a pergunta que decide a viagem de quem revende: na lista de segmentos do próprio mercado, roupa é uma categoria entre vinte.

Neste artigo

O Mercadão de Madureira publica, no rodapé de todas as páginas do próprio site, que abre de segunda a sábado, das 7h às 18h30, e que domingo e feriado fica fechado — e a Riotur, da mesma Prefeitura do Rio, publica outro horário e diz que ele abre domingo. Essa é a primeira resposta, e ela já vem com duas versões oficiais em conflito. A segunda é a que decide se a viagem faz sentido: na lista de segmentos que o próprio mercado publica, roupa é uma categoria entre vinte. Quem sobe até Madureira atrás de carga de roupa em grade precisa saber disso antes de pegar o trem.

Este é o primeiro guia do site sobre o comércio popular do Rio, montado com o método da casa: número só com fonte primária e data de acesso, superlativo só atribuído a quem o disse, e o que a apuração não fechou vai declarado no texto. Nenhuma loja, box ou serviço é indicado aqui — o site nomeia endereço público, não estabelecimento.

A resposta curta

O Mercadão fica na Avenida Ministro Edgard Romero, 239, na Zona Norte do Rio. A administração publica segunda a sábado, das 7h às 18h30, domingo e feriado fechado, e avisa que cada loja tem horário próprio; a Riotur publica 09h às 17h e domingo das 09h às 13h. O mix declarado é dominado por artigo religioso, erva, festa, descartável, papelaria, bijuteria e utilidade, e em 26/08/2026 17 dos 18 endereços de categoria do site oficial devolviam 404. Chega-se de trem por duas estações diferentes da SuperVia.

O que o Mercadão vende, na lista da própria administração

A pergunta que traz o revendedor até aqui não é se existe comércio em Madureira: é o que dá para comprar lá para revender. E esta praça tem uma vantagem rara — ela mesma publica o próprio mix, categoria por categoria, coisa que nem a Rua 25 de Março nem o SAARA fazem.

Na home do site oficial do Mercadão (acesso em 24/08/2026) há dezesseis cards de segmento, cada um com uma descrição escrita pela administração:

SegmentoComo a própria administração descreve
Artigos Religiosos"Velas, imagens e incensos para diversas crenças e práticas espirituais"
Festas"Balões, descartáveis, enfeites e lembrancinhas"
Descartáveis"Copos, pratos, talheres e embalagens para festas e comércio"
Papelaria"Material escolar, escritório e artesanato"
Bazar"Utilidades domésticas, decoração e acessórios essenciais para o lar"
Bijuterias"Acessórios modernos e sofisticados para completar qualquer tipo de visual"
Doces"Chocolates, balas e ingredientes para confeitaria, festas e revenda"
Roupas"Moda casual, social e acessórios para todos os estilos e ocasiões"
Alimentação, Cosméticos, Brinquedos, Tabacaria, Pet, Unhas, Utilidades, Bebidasos outros oito cards

E há um detalhe que só aparece lendo o HTML da mesma página: o menu de categorias do site aponta para dezoito endereços, quatro dos quais não viram card na home — Flores e Grãos, Plantas e Ervas, Celular e Acessórios e Gráficas. Somando os dois conjuntos, são vinte segmentos declarados, e roupa é um deles.

Um alerta de método, e não um achado sobre roupa

Em 26/08/2026 testamos os 18 endereços de categoria que o site oficial publica: 17 devolvem erro 404, inclusive o de roupa, e só um responde. O defeito é do sistema de categorias inteiro e não diz nada sobre o mix — a leitura de mix desta página se apoia na lista de 20 segmentos declarados e na descrição da Riotur, onde vestuário em grade não aparece.

O que faz sentido procurar ali — e o que tem endereço melhor no acervo

Junte as duas listas e o retrato fica nítido: o Mercadão é forte em artigo religioso e erva, festa e descartável, papelaria, doces, bijuteria, utilidade e cosmético — linhas de giro rápido, ticket baixo e reposição constante. A Riotur descreve o mesmo por outro caminho: "Nas mais de 580 lojas é possível garimpar de material escolar a brinquedos, doces, acessórios femininos, bebidas nacionais e importadas, temperos e ervas e itens afrodisíacos" (Riotur, acesso em 24/08/2026).

Repare no que não aparece em nenhuma das duas descrições: jeans, malha, moda íntima, coleção por estação, grade fechada. Nenhuma fonte oficial apresenta o Mercadão como praça de confecção ou de distribuição de vestuário em volume — e ele nunca se apresentou assim.

A leitura prática é esta. Bijuteria e acessório é a linha que mais conversa com quem já vende roupa, e o site tem guia próprio de bijuteria e semijoia no atacado. Quem for atrás de vestuário em quantidade encontra praças montadas para isso no comparativo dos polos — no próprio estado do Rio, em Nova Friburgo, ou em São Paulo, no Brás. Para calçado, o mapa está nos polos de calçado; antes de abrir linha nova, vale olhar o que mais vende em loja de roupas.

Isso não é demérito do Mercadão: é a diferença entre um mercado popular de abastecimento, que existe para o consumo do bairro e da região, e um polo atacadista de vestuário, que existe para abastecer lojista de fora. As outras praças deste bloco ocupam pontos diferentes da mesma régua — a Rua 25 de Março, o Pop Center de Porto Alegre e o comércio de Manaus.

Artigo religioso e erva: a vocação que a cidade reconheceu como patrimônio

Não dá para descrever o Mercadão sem falar do que ele tem de mais próprio, e que nenhuma outra praça deste bloco tem: é referência em artigo religioso, erva e produto ligado às tradições afro-brasileiras. O próprio site registra que o mercado "é um ponto de encontro para amantes da cultura afro-brasileira, sendo conhecido pela grande oferta de produtos religiosos, ervas e especiarias utilizadas em rituais de diversas crenças" — e a estrutura tem um Pavilhão das Ervas.

Isso não é curiosidade turística, e o ato tem número. A lista de patrimônio imaterial do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, órgão da Prefeitura do Rio, traz no item 20: "Declara Patrimônio Cultural Carioca o Mercadão de Madureira — Decreto n° 35862 de 04 DE JULHO DE 2012 – DOM de 05/07/2012" (acesso em 26/08/2026). É o Decreto Rio nº 35.862/2012, publicado no Diário Oficial do Município em 05/07/2012, e ele confirma a data que a MultiRio publica em reportagem de 06/07/2015 — "julho de 2012" —, enquanto a Riotur cita o mesmo título sem informar o ano.

Para quem revende, o dado prático é que essa é uma linha de produto com fornecimento concentrado — densidade que não existe em polo de confecção. É informação de mercadoria, não indicação de loja.

Horário, domingo e feriado: duas versões oficiais e a norma que as concilia

Aqui não dá para escolher uma e esconder a outra: as duas são oficiais.

FonteSegunda a sábadoDomingo e feriado
Site oficial do Mercadão (rodapé de todas as páginas)7:00 às 18:30"Domingo e Feriado Fechado"
Riotur — Prefeitura do Rio09h às 17h"Domingo das 09h às 13h"

Fontes: mercadaodemadureira.com.br e Riotur, ambas acessadas em 24/08/2026.

E há o asterisco, a parte mais honesta das duas fichas: "Cada loja possui horário de funcionamento específico". A administração publica a janela do equipamento, não a de cada porta. A ficha da Riotur traz o aviso "Atenção! Antes de visitar o local, acesse o site oficial para conferir se não há alteração na programação/funcionamento" — e o "site oficial" que ela oferece é um domínio sem o .br, diferente do que está no ar. A fonte municipal reconhece, ali mesmo, que não é a autoridade sobre o horário.

A camada que explica a divergência é normativa. A Lei nº 10.101/2000 autoriza, no art. 6º com a redação da Lei nº 11.603/2007, o trabalho aos domingos no comércio em geral "observada a legislação municipal, nos termos do art. 30, inciso I, da Constituição"; e o art. 6º-A condiciona o trabalho em feriados a autorização "em convenção coletiva de trabalho" — exigência que o art. 62, § 2º, da Portaria MTP nº 671/2021, na redação da Portaria MTE nº 1.316/2026, repete desde 21/07/2026, sem incluir vestuário no rol de autorização permanente do Anexo IV (acesso em 26/08/2026). No Rio essa convenção existe e é pública: a CCT de domingos 2024/2026, registro no MTE RJ002843/2024, rege a jornada dominical "sendo facultado a empregados e empregadores decidir por sua conveniência, mediante Termo de Adesão". Ela abrange os "empregados no Comércio" do município, exceto o ramo farmacêutico, que tem convenção própria — não é regra de todo estabelecimento carioca (acesso em 26/08/2026).

É isso que reconcilia as duas fichas: domingo não é um estado do prédio, é uma adesão de cada empresa. A administração publica a janela do equipamento; a Prefeitura registra o que se vê funcionando. As duas podem estar certas ao mesmo tempo — e quem for no domingo confirma antes.

No feriado, a CCT de feriados 2024/2026, registro RJ002822/2024, é ainda mais explícita: faculta o trabalho, mediante Termo de Adesão, em onze feriados nomeados — São Sebastião, Sexta-feira Santa, Tiradentes, São Jorge, Dia do Trabalho, Corpus Christi, Independência do Brasil, N. S. Aparecida, Finados, Proclamação da República e Zumbi dos Palmares — e veda o trabalho em 25 de dezembro, 1º de janeiro, na Terça-feira de Carnaval e no Dia do Comerciário, que a cláusula seguinte fixa como "a terceira segunda-feira do mês de OUTUBRO", dia em que "não funcionarão os estabelecimentos comerciais do Rio de Janeiro". As duas convenções vigem até 30 de setembro de 2026. É o mesmo tipo de leitura que o site já faz no guia de horário do Brás, onde as fontes também discordam entre si.

Como chegar sem descer na estação errada

Este é o ponto em que a fonte primária falha. A página "Como Chegar" do site oficial não informa como chegar: as abas Carro, BRT e Trem não trazem texto de rota, a imagem da aba Carro é uma foto de trânsito de São Paulo e os três mapas embutidos apontam para a Praça do Comércio, em Lisboa — o template ficou com o endereço de exemplo. Conferido no HTML servido em 24/08/2026.

O transporte real vem da SuperVia, que publica estação por estação. E existe uma armadilha de nome:

Estação "Mercadão de Madureira"Estação "Madureira"
EndereçoAv. Ministro Edgard Romero, 125Rua Carolina Machado, s/n
RamaisBelford RoxoDeodoro, Santa Cruz e Japeri
Transferência entre ramaisnãosim
Dias úteis5h às 22h4h30 às 23h15
Sábados6h10 às 19h455h às 21h40
Domingos e feriados6h15 às 14h505h15 às 21h30

Fontes: SuperVia, fichas das estações Mercadão de Madureira e Madureira, acesso em 24/08/2026. As duas têm integração com o BRT.

Três consequências práticas. Primeiro: o mercado fica no número 239 da avenida e a estação de mesmo nome, no 125 — endereços e CEPs diferentes, apesar do nome idêntico. Segundo: a estação batizada com o nome do mercado atende um único ramal; quem vem por Deodoro, Santa Cruz ou Japeri desce na outra. Terceiro: a SuperVia avisa que "as estações fecham antes da passagem do último trem" — quem sair carregado no fim do dia se orienta pelo fechamento da estação, não pelo trem.

Quem manda ali dentro: galerias, calçada e fiscalização

O Mercadão é um mercado popular com administração própria e endereço único, organizado em galerias identificadas por letra e lojas numeradas — o oposto de uma rua comercial aberta. Isso muda o que é apurável: a janela do prédio alguém publica; o horário e o mínimo de cada porta, ninguém. O tamanho que circula é "mais de 580 lojas" e cerca de 80 mil pessoas por dia, números da MultiRio em 2015 que a Riotur e o próprio site repetem sem mudar em 2026 — três fontes, uma origem, e por isso "mais de 580", nunca 580 exatas.

A história oficial tem uma data trocada, e o leitor merece saber onde. A MultiRio descreve a feira de 1914, o pavilhão de boxes de 1929, o prédio inaugurado em 18 de dezembro de 1959 com a presença de Juscelino Kubitschek, um incêndio no início do ano 2000 e a reabertura em outubro de 2001. A página institucional do próprio Mercadão, porém, escreve que "em 1959, um incêndio destruiu grande parte das instalações" — 1959 é o ano da inauguração, não do incêndio. O desempate é documental: a base de legislação da Secretaria de Fazenda do Rio mantém verbete próprio do Mercadão com seis atos estaduais, todos de 2000 e 2001 — o Decreto Estadual nº 26.039/2000, sobre a paralisação de atividades dos contribuintes do ICMS estabelecidos ali, e cinco resoluções que a prorrogam. É o rastro de um mercado parado em 2000 e reaberto em 2001.

Quem fiscaliza é a Prefeitura, loja a loja, como em qualquer comércio: em ação de 25/05/2020 a Secretaria de Ordem Pública, com a de Fazenda, fiscalizou 41 lojas e notificou uma por "exposição irregular de mercadoria no logradouro público" (acesso em 24/08/2026 — números de contexto de pandemia, não retrato de hoje). É por isso que a mercadoria fica dentro do box: a calçada tem regra própria. E o ambulante das ruas do bairro é licenciado pela Fazenda municipal dentro do programa Ambulante Legal, instituído pelo Decreto 44.838, que exige do comerciante a condição de contribuinte da Previdência como autônomo ou MEI, conforme nota da Prefeitura de 08/05/2019.

O que nenhuma fonte oficial publica é se as lojas atendem CPF e qual o pedido mínimo. Em mercado popular de box isso é decisão de cada permissionário, e nenhuma instituição tem competência para publicar: o desenho está em comprar com CPF, em pedido mínimo, grade e sortido e, para a nota da compra, em comprar mercadoria sem nota fiscal.

Fontes oficiais e primárias

lei, decreto, portaria, órgão público e estatística oficial

Fontes do próprio empreendimento

site, FAQ e material de quem administra o lugar — é declaração do interessado

O que este guia não conseguiu apurar

Três coisas ficaram abertas, e é melhor dizer onde se tentou do que fingir que não existem.

  • Regulamento do equipamento. O menu do site oficial tem Início, O Mercadão, Nossas Lojas, Como Chegar, Mercadão Empreendedor e Contate-nos — nenhum regulamento de box, de área comum ou de horário obrigatório. As notícias da Prefeitura do Rio que localizamos sobre o Mercadão são de fiscalização e de ambulante, não de norma do equipamento.
  • O inteiro teor dos seis atos estaduais. O índice do verbete da Secretaria de Fazenda do Rio publica as ementas; a leitura de cada ato passa por uma verificação anti-robô, que não contornamos — é regra deste site. Por isso citamos só a existência e o assunto de cada ato, nunca artigo ou redação.
  • O superlativo. O Mercadão se apresenta como "o maior mercado popular do Brasil" na home e "da América Latina" na página institucional — duas afirmações incompatíveis, da mesma fonte, no mesmo site. Este guia não escolhe entre elas: registra que quem diz é o interessado, como fez com o comércio de Feira de Santana.
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Transparência: alguns links deste site podem ser de parceria — comprando por eles, o site pode receber comissão, sem custo extra pra você. A apuração não muda: ficha com data e fonte, com ou sem parceria.

Perguntas frequentes

O rodapé de todas as páginas do site oficial publica "Segunda à Sábado 7:00 às 18:30 Domingo e Feriado Fechado", seguido do asterisco "*Cada loja possui horário de funcionamento específico" (acesso em 24/08/2026). A Riotur, da Prefeitura do Rio, publica na ficha do mesmo equipamento "Segunda a Sábado das 09h às 17h Domingo das 09h às 13h". São duas fontes oficiais e elas não batem, nem no dia útil nem no domingo. A do próprio mercado administra o prédio e é a mais restritiva; a da Riotur avisa, na mesma ficha, que o visitante confira no site oficial antes de ir — e o link que ela oferece aponta para um domínio sem o .br que não é o que está no ar.

A administração do Mercadão publica que não: "Domingo e Feriado Fechado". A Riotur publica que sim, das 09h às 13h. A camada que concilia as duas é a convenção coletiva do comércio da cidade do Rio, registrada no MTE sob RJ002843/2024, que rege o trabalho aos domingos "sendo facultado a empregados e empregadores decidir por sua conveniência, mediante Termo de Adesão". Domingo não é um estado do prédio inteiro, é decisão de cada empresa — o que explica a administração publicar a janela do equipamento e a Prefeitura registrar movimento dominical sem que nenhuma esteja mentindo.

Roupa existe ali, mas não é o eixo da praça, e é honesto dizer isso antes da viagem. A home do site oficial traz dezesseis cards de segmento e o mesmo HTML aponta para mais quatro endereços de categoria que não viram card: somando os dois conjuntos são vinte segmentos, e roupa é um deles, ao lado de artigo religioso, erva, festa, descartável, papelaria, bijuteria, doces, pet, tabacaria e utilidade. Em 26/08/2026, 17 dos 18 endereços de categoria do site oficial devolviam erro 404 — falha do site, não sinal sobre o mix. E nenhuma fonte oficial publica pedido mínimo, grade ou política de CNPJ das lojas de lá: isso é decisão de cada estabelecimento.

"Mais de 580" é a cifra que três fontes repetem: a MultiRio, empresa municipal da Prefeitura do Rio, em reportagem de 06/07/2015; a Riotur, sem data; e o próprio site do mercado, em 2026. O detalhe que o leitor merece é que o número está parado há mais de dez anos e que a MultiRio declara como fonte o portal do Mercadão e um livro sobre ele — as três versões bebem na mesma origem. Por isso: mais de 580, nunca 580 exatas. A mesma reportagem fala em cerca de 80 mil pessoas por dia.

São duas estações da SuperVia e elas não são intercambiáveis. A chamada "Mercadão de Madureira" fica na Av. Ministro Edgard Romero, 125, atende só o ramal Belford Roxo e funciona em dias úteis das 5h às 22h, sábados das 6h10 às 19h45 e domingos e feriados das 6h15 às 14h50. A estação "Madureira", na Rua Carolina Machado, atende os ramais Deodoro, Santa Cruz e Japeri, permite transferência entre ramais e tem janela maior: dias úteis das 4h30 às 23h15. O mercado fica no número 239 da mesma avenida — endereço e CEP diferentes dos da estação de nome igual. As duas têm integração com o BRT.

Jeff Bruno

Jeff Bruno

Editor responsável do Atacado Modas. Gerente de e-commerce há 5 anos em uma grande operação de varejo, passou anos comprando no Paraguai para revender e hoje lida com importação da China na operação onde trabalha. Aqui escreve o que dá para provar: toda ficha sai com data e fonte. Curitiba/PR.

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